quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Tudo sobre ela.

como descrever oq não se sabe o que é ?!?!


simples e fiél como um jardineiro. humilde e Grandioso como um herói. leve e adorável como uma flor. acho que é assim que deve ser o amor.

como rotina não sabia nem o que pensar, quanto mais o que falar. mas estava lá, firme e forte. poesia é coisa complexa, fina. coisa dificil, pura e incompreensível. poesia é arte, é escape, é ter certeza de que não há nada pra se ter certeza, é olhar pra cima e ver vida, é olhar pra baixo e ver sustentação, é querer e chamar, é chegar e ficar, é saber e guardar, é viver e amar.

e é tudo isso sobre ela. é tudo isso pra ela.

mas quando a gente olha pro céu. a gente fica quase bem. pois quando o fitamos, ele tb nós olha, pois este nunca terá a covardia de virar as costas pra vc. ele sempre estara lá. as vezes azul as vezes em tons laranja, as vez perto e as vezes longe, as vezes bravo e as vezes bom, as vezes radiante e as vezes quieto. mas sempre soberano e forte. sempre grande e vistoso. este é o céu, e sempre será o céu.

queria ter, aliás, minto. queria poder fazer com que todos notassem o céu...

assim penso que todos teriam a chance de serem melhores...


mas isso tudo jah perdeu o foco. tudo isso já virou balela. conversinha chata de poeta. e eu odeio isso.

a vida cuja dita cuja brilha e vai, perto de onde bate, sempre exala pensamentos intrigantes junto aos ventos saltitantes que me buscam a levar-me ao extremo da viagem, e que pescam sentimentos por ai.

mas eu sou um pescador. mas eu sou um pescador de sentimentos. eu vou a beira da morte pra pescar poesia e emoção.

o melhor lugar pra se achar poesia e emoção é a beira da morte. ou a beira da loucura.

raros os momentos em que te econtrarás com um amontoado gratificante de letras fora da melancolia e do transe.

e o que seria de nós sem a posia. e o que seria de mim sem ela?!?!

é ela que me faz tão bem e me traz pra perto de um mundo bom. é ela que me traz paz e me tira da insustentação mental em que houveram de me deixar somente por medo de mim e do que eu poderia ser ou representar. algarítimos infiéis e soberbos sobre a lógica do espaço e das coisas da vida ( matemática )

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