terça-feira, 23 de agosto de 2011

REMEMBERS

Cercados de duvidas e incertezas, tão difuso quanto os caprichos da natureza e a beleza
que nós não vemos mais, escondidas entre os muros dessa alcatraz. Não, jamais eu vou esquecer
da minha infância e de tudo que eu queria ser, dos tempos velhos velhos tempos não ei de esquecer, por essa vida eu vou passando sei que ei de morrer, mas nem por isso eu vou deixar de expressar, minha opinião eu sei que alguém há de escutar, e mesmo que eu não consiga ainda vou tentar,
o mundo ainda é mundo ainda da tempo de mudar,

lutar pelo direito de viver sem se vender, lutar contra a politica da guerra sem morrer, lutar contra os valores distorcidos da TV, pode crer eu também assisti cine privê, lutar contra o que eu acho que eu devo combater.

Pode ser que eu fique velho e morra na merda, lutando minhas lutas sem vencer nenhuma delas. Pode ser que eu morra assassinado, assim como outros que se rebelaram, pode ser que o que eu falo não faz sentido, pra você, mas pode ser que faça pro seu filho, não adianta tentar me desanimar, com essa conversa que o sistema nunca vai mudar, que o mundo roda e que isso não vai acabar, que o ser humano é fraco e não tem forças pra lutar.

as coisas mudam isso é fácil de se perceber, quantas vezes a vida deu as costas pra você, quantas vezes você teve de cair pra aprender, abre o olho que o mundo ta de olho em você.

não seja mais um homem manipulado, pelas verdade vendidas no supermercado, pilote sua cabeça já dizia o poeta, pense por si próprio faça sua própria reta, e siga, sem medo de se arrepender, melhor morrer fazendo o que tu queria fazer, do que viver a vida inteira esperando e vê, que o sistema ta cagando e andando pra você. que a vida por acaso esqueceu de te dizer, que quem não age não reage morre sem viver.
e que o fim é fim e não tem mais nada pra você, que o céu ou o inferno é uma questão de entender, o que se passa agora é que é real tu vai ver.

que preguiça de pensar é essa, a vida te enganou te pregou peça?

Eu posso mais, a fumaça ainda não subiu, a cabeça ta centrada o coração já ta vazio, a cerveja ta na mesa eu to ouvindo meu vinil, da juventude que lutou pelo avanço do brasil .

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Guerras iguais

O que me intriga é o fato de termos guerras acontecendo, e fica tudo esquecido. Você se acostumou a ver os filmes do van dame e Steven segal matando todo mundo com uma mão amarradas nas costas e passou a achar que isso é normal. Quando passa uma noticia de que 40 pessoas morreram no oriente médio você nem sequer percebe a gravidade disso. Quando você ouve falar que milhares de pessoas morreram na faixa de gaza, você também não percebe a gravidade disso, porque isso já é notícia repetida no jornal. Mas a realidade é que isso é muito grave, muito sério. Quando se fala de segunda guerra mundial, holocausto, Hiroshima, nagazaki, Hittler, tudo parece muito sério muito grave, muito grande. A verdade é que isso é guerra, e o que acontece hoje no oriente médio não é diferente disso, muito pelo contrário, é mesma coisa. Então porque damos tanto importância ás guerras passadas e não olhamos pras guerras do presente?

Pra mim, é inaceitável o fato de que ainda hoje não tenhamos aprendido os prejuízos que a guerra traz. Mas por outro lado é até fácil de compreender, pois: “Guerra boa é na casa dos outros!”

Gostaria de ver os homens que declaram as guerras as lutarem também. Homens como George W Bush.

Eu queria ver se isso tudo estivesse acontecendo lá, nos Estados Unidos. O fato é que vidas se perdem nesses dias de guerra, e a maior parte são vidas inocentes, baixas civis.

Minha indignação é tão grande que eu não consigo descrevê-la aqui. Paro aqui então.