quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Coisas secas

seco como o vento e como o nada.

seco, e gosto seco e como o vento.

seco...

seco e maldoso.

e ele que não tinha nem ao menos uma mera e pouca preocupação para com os detalhes, passou a se explicar. Achou melhor sim pois assim sendo assim seria gradativamente mais e mais fiél consigo.
seria também mais humano e se faria entender de uma forma mais adoçada de carinho.
mesmo que as palavras de afeto fossem obstáculos para ele, ele ainda sem querer as faria uso sem perceber. Porém as fiéis palavras que lhe sairiam naum sabia ele dizer que agradavam-no ou naum. Mas como fiél de coisas secas ele sim sabia que a vida era repleta de trilhas estreitas que varavam bem adentro de um lugar que era além da tua capacidade de amar. ele sabia que o amor não era uma saida para ele, e muito menos uma entrada.

por isso haveria ele de mais uma vez voltar a ser seco e maldoso, voltar a ser apenas mais um implícito e práticamente fútil homen de amores invisíveis e de canções vazias.


e assim era o homen fiél de coisas secas.

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